Por Danilo Henrique
Nos últimos dias observamos, como poucas vezes, nas redes sociais e na mídia uma banalização de assuntos descartáveis e, sem dúvida alguma, idiotas. Na moral, senti saudades da minha infância... Quando nos tempinhos livres da escola eu ia correr, me esconder, assistir desenhos, sorrir de verdade e não por meio de emotions. Falo isso pelo simples fato de ter chegado à minha fase adulta e, quando não estamos na correria do profissional ou com amigos , as poucas alternativas que nos restam proporcionam assuntos como, “Luiza, aah ela já voltou pro Canadá”, ou então, a discussão de um estupro em um programinha chulo, que para tal, dá até vantagens. Você também já deve ter se cansado desse debate, porém a idéia do texto engloba vários acontecimentos, principalmente, a repetição.
A mídia televisiva e a internet estão andando de mãos dadas no Brasil e no mundo, toda semana há uma nova tendência que se desloca de um para outro, na maioria, se transferindo também, para as rodinhas de velhos amigos na mesa de um bar, nos recreios das escolas, nas mesas dos escritórios, nos balcões das lojas, nas praças, hospitais e tantos outros. Demonstrando a imensa e gigantesca influência desses meios de informação.
Será que, quanto mais evoluímos no tempo retrocedemos com a cabeça? Claro, o assunto em discussão não é parâmetro para julgar a inteligência de ninguém; Comentando o que foi falo pelo grande jornalista do SBT, Carlos Nascimento. Como prova disso, temos o apresentador daquele programa... é... o do estupro, como é o nome, mesmo? Senhor de grande intelecto e formador de opinião. Senhor Que, já me confortou tanto com seu filtro solar.
Nas redes sociais, o que chama à atenção é que algumas pessoas fazem desses espaços um verdadeiro reality show, postando de um pequeno bocejar ao acordar até o seu imenso bocejo de sono à noite, se tornando, algumas vezes, em problemas no futuro. Dentre essas tem, umas mostrando, mesmo que só naquela postagem, sua imensa fé em Deus, outras mostrando que a fé( essa que se você não compartilhar a mensagem você não têm) salvou alguém de algum acidente grave, pessoas com doenças Sérias e deformidades pelo corpo, e as próprias que algum dia postou alguma futilidade sobre si mesma e que paga por esse erro . “Adoro quando vejo mensagens de amor, tristes ou alegres, sorriso, opiniões, algo construtivo, e nesse tema o Enem bateu certinho. Claro que a vida não é só felicidade, MAS VAMOS PEGAR LEVE! Vamos refletir sobre o que deve ser exposto ou não, ser público ou privado. Muitos pensamentos e idéias são bem mais fáceis de pôr em prática quando guardamos para nós, no nosso individual.
E para finalizar, quero fazer um breve comentário sobre o que li há poucos dias, não me lembro o nome do autor e em que site. Porém, ele fala no seu texto que, crítica sobre esses assuntos vazios virou sinônimo de interesse por atenção, “necessidade de atenção”. Ou seja, virou moda falar mal do que é ruim. Discordo. A atitude dessas críticas mostra-nos que sabemos diferenciar o bom do ruim nessas opções de entretenimento, no entanto, falta a atitude de mudar, de esquecer essas idéias baratas para que sumam, de vez. O Brasil precisa de muitas críticas, sim. Melhor seria se, acompanhadas de atitudes.
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du k#$%%%% manno é disso q falo comtanats coisas uteis ai q opovo fica debatendo a vadia q foi estrupada foda-sse ela eo cara q estrupou a vagabunda q tano canada foda-sse tbm tenho mais oq fz oumelhor bando de fdp vão ler um livro ao invés de ficar rtc boabagem na veia esse texto mano pqp sumemu na ativa e na sintonia paz
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